PT - Instantâneo

domingo, 29 de abril de 2007

“O DIA EM QUE LOBOS SE TORNARAM CORDEIROS”


“O DIA EM QUE LOBOS SE TORNARAM CORDEIROS”

PFL SE TORNOU DEM



Como os maiores “senhores de guerra”, “coronéis do cangaço”, oligarcas e exploradores do meio rural e urbano se tornaram democratas? Que democracia querem para o Brasil? Qual a verdadeira ameaça que se esconde por trás desta sigla?

Nestas últimas semanas observamos o ex-PFL se tornar DEM (Democratas) e suas atitudes para com o congresso e o governo se transformarem do patamar de fracamente oposicionista para DEM (Demagógica). Mas como um partido como o PFL que possuí ascendentes de PSD (Partido Social Democrata), MDB (Movimento Democrático Brasileiro) e ARENA (Aliança Renovadora Nacional), que eram partidos do Regime Militar, que propagava a extrema coerção da democracia, hoje se tornam democratas, sem expulsar nenhum daqueles que incentivaram e se usufruíram do Regime Militar e ainda possuem ideais de repressão a liberdade de expressão?

A sigla DEM é para iludir novamente a população que em sua grande maioria é imposta por um desinteresse em assuntos relacionados à política e fazê-los novamente votar nas mesmas figuras nefastas que ficaram minimizadas nas últimas eleições. O PFL foi o mesmo, dissidentes do ARENA, do PSD, do MDB, que procuravam em uma outra alternativa a sua reeleição e minimizar o desgaste político, que fez surtir um excepcional resultado com a eleição de cerca de 114 deputados no congresso. Mas suas atitudes em demasiadamente sinistras e individualistas no congresso levaram a nesta última legislatura na minimização do seu partido e seus aliados a menos de ¼ do congresso, um fato que o Brasil poderia comemorar, mas que infelizmente teremos que ficar atentos até 2010 para observar se o povo assinalou que os “Lobos se fantasiaram de cordeiros” para sangrar mais uma vez o Brasil, ou se deverão deixar passar mais esta e demorar mais 20 anos para repudia-los novamente e se fantasiarem sob uma nova sigla eleitoral.

Para que um partido se julgue democrata deve antes de tudo ser democrático internamente, posteriormente eliminar as figuras antidemocráticas dos quadros do partido, deve ser a favor do povo antes dos interesses pessoais, deve lutar para eliminação das disparidades sociais e democratizar desde a informação e a política até condições mínimas e dignas de vida a toda a população. Em todos estes atributos o DEM não se encaixa, pois são decididos todos seus assuntos internos por sua cúpula, figuras antidemocráticas são somente o que tem o partido, Bornhausen, Kassab, ACM, Paulo Souto, Mendonça Filho e tantos outros. Interesses pessoais sempre antes dos nacionais, pois sempre pesam a favor das bancadas ruralistas (donos dos grandes latifúndios do país), são a favor de massacres no meio rural onde a impunidade dá-se as mãos a plantation escravocrata que eles impõem aos campesinos. Lutar para eliminar disparidades para estes jamais, pois é nelas em que se encontram a ignorância, a barbárie e o medo que os elegem como poderosos “senhores de guerra” e “senhores feudais” modernos, democratizar também não é com este partido uma vez que sempre excluiu da maioria o direito de melhorar de vida e de poder observar o mundo com olhos críticos.

Um partido com desejos e personalidades políticas tão demoníacas deveria ser excluído para o país poder repensar o verdadeiro modelo de desenvolvimento, pois estes fantasmas do Regime Militar que teimam em continuar a perseguir os partidos e políticos do povo somente vêm atrasar o modelo de sociedade que realmente queremos. Uma sociedade com justiça social, com liberdade, com igualdade e dignidade ao povo.


Bruno L. Emidio

sábado, 7 de abril de 2007

Relatório do Desenvolvimento Humano do PNUD 2006 aponta: “Brasil avançou no IDH e foi considerado exemplo de combate à desigualdade para o ano 2004”.




Relatório do Desenvolvimento Humano do PNUD 2006 aponta: “Brasil avançou no IDH e foi considerado exemplo de combate à desigualdade para o ano 2004”.

O Brasil agora esta as portas dos paises de alto desenvolvimento humano de acordo com o relatório do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), que aponta índice de 0,792 no IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e o Brasil caindo apenas uma posição no ranking para dar o lugar a Belarus, no quesito do Índice de Gini o Brasil deixou a penúltima colocação para ficar com a décima entre os paises com maior índice de desigualdade social. Programas como a Bolsa Família, créditos para pequenos agricultores, aposentados e etc., levaram a uma queda como jamais fora observada em nenhum outro relatório.

Com tais índices avançando de forma tão intensa os resultados de 2006 podendo ser observados em 2008 vão refletir o que o povo tomou como base para reeleger o verdadeiro governo pró-nação.

Oito anos será a redenção do Brasil, PT e Lula estão modificando a nação, transformando “o gigante dos pés de barro” em potência social e econômica, “o gigante” está com enrijecendo suas bases com ferro da mudança.

As portas do alto desenvolvimento humano (de 0,800 a 1,000), deixando as últimas colocações das desigualdades sociais em saltos, ninguém mais conseguirá segurar esta potência que começa a surgir e se tornar o grande ponto de referência para integração latino-americana. Muito diferente do afirmado pelos oposicionistas de plantão, que somente torcem pelo insucesso e combate aos pontos inquestionáveis em que Lula e o PT conseguiram modificar o país, ainda que de forma não muito aprofundada, mas essencial para continuidade das políticas de melhoria da população mais desfavorecida.

Nova Iorque, pólo maior do capitalismo global já anunciou que deverá seguir o exemplo da Bolsa Família para ascender socialmente à população mais pobre. Paises como Bolívia, da África Subsaariana devem adotá-la como medida de correção das atuais distorções sociais. Como alguém de sã consciência consegue jogar algo tão importante como se fosse um ato de populismo, ao invés de valorizar este como uma atitude modificadora e edificadora da qualidade de vida como no exterior é valorizado.

De acordo com alguns “brasilianistas” “Lula é observado ao mesmo nível do líder negro Nelson Mandela” (MONCLAIRE, entrevista a revista Carta Capital, 14 de março de 2007), pois conseguiu comover a população a votar novamente nele graças às transformações que vem promovendo no Brasil nos últimos anos. É um orgulho gigantesco poder estar representado por Lula e o PT, que foram soerguidos pelos movimentos populares e honraram o compromisso que estabeleceram com o povo.

As provas deste compromisso esta no olhar dos que até então eram tratados como excluídos e marginalizados, é claramente observado pelo sorriso do trabalhador que consegue dar melhores condições a sua família, é comprovado pelos números e indicadores do IBGE, da FGV e de tantos outros institutos que colocam de forma veemente a melhora da “Era de Ouro de Lula” frente à tenebrosa “Era das Trevas FHC”. Lula melhorou o país, faltam às elites ou a sensibilidade de sentir o momento ou a capacidade de se tornar humana, pois criticar medidas que somente faz engrandecer seu país e seu povo é mirar o “pé”.

Bruno Emidio

sexta-feira, 6 de abril de 2007

REFORMA POLÍTICA



REFORMA POLÍTICA:

“UMA QUESTÃO MUITO ALÉM DA GOVERNABILIDADE”

A alienação colocada por partidos nanicos, sem qualquer representação das camadas populares vem jogando contra a reforma política, pois alegam de forma caluniosa que somente serve para promover a extinção de partidos com ideologia. Mas que partidos com ideologia política estão a mais de dez anos sem qualquer representação política sem ao menos ter um vereador? Qual é a ideologia de um partido sem representação popular?

Concordo em parte com a alegação apresentada pelo PSOL e pelo PC do B que possam levá-los a extinção, e que deve então ser retificada tal proposta, pois qualquer partido que tenha ao menos um deputado, um vereador ou qualquer cargo que represente a população nos meios municipais, estaduais e federais deve ser merecedor de verba para mantedoria da representação da camada popular que por ele manifesta opinião, sem levar em conta qualquer diferença de classes sociais, movimentos organizados ou lutas ideológicas. Mas devo discordar com o barrar da proposta que faz regulamentação das bancadas do congresso, da atuação de negros, mulheres, movimentos organizados dentro dos partidos. Sendo esta a principal vertente da proposta, onde também propões a união de pequenos e médios partidos para buscar coalizões mais fortes com governos e medidas (ou mesmo contra) e também para redução de gastos com partidos que em nada representam à sociedade e que vem somente receber dinheiro dos cofres públicos para sustentar a cúpula de seu partido.

A meu ver, partidos que estão a mais de três eleições a nível federal e estadual sem nenhum representante, devem ser extintos ou fundidos a outros que conseguiram representação parlamentar, pois de que adianta um partido sem representante, é o mesmo que um homem sem movimentos, consciência e sangue, a espera apenas de que o enterre sob um manto de terra. Partidos como PCO, PSTU, PCB, PRTB, PRP, PTN e etc., devem se fundir ou esquecer de uma vez qualquer aspecto de lutas sociais, pois está mais do que comprovado que sua representatividade é nula e sua ideologia não é conivente com a realidade social vigente.

Para todos os demais partidos que representam a sociedade, não devem temer tal aprovação, pois somente vem para melhorar o sistema político que está instalado no país e dar uma maior transparência nas relações com o governo e com a população brasileira que poderá mais precisamente saber quem os representa.



Bruno L. Emidio

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

ANISTIA JÁ PARA JOSÉ DIRCEU! – PARA TEMOR DA OPOSIÇÃO.

A OPOSIÇÃO TEME ANISTIA A JOSÉ DIRCEU PELOS MOVIMENTOS POPULARES, POIS NÃO CONSEGUIU EM NADA PROVAR NA PERSEGUIÇÃO POLÍTICA PROCLAMADA NO AUGE DA INEXISTENTE “CRISE DO MENSALÃO”.

José Dirceu anistiado? Jamais! Dizem os interlocutores das elites e de seus partidos. O temor criado com a anistia da grande e imponente figura deste homem faz estremecer a oposição de todas as correntes ideológicas, pois tentaram jogá-lo em trevas e na obscuridade política, mas o vêem ressurgir mais forte e com um poder capaz de esmigalhar qualquer plano de desestabilização nacional e de fazer mover os planos de crescimento do país com extrema desenvoltura.


Certas revistas e jornais tentam fazer deste acontecimento, um verdadeiro ato diabólico, algo inconcebível, pois temem a força deste homem, temem que se volte contra seus adversários e do seu partido. Deveria sim encabeçar um ataque furioso e sem conseqüências sobre os deputados que lhe julgaram e os veículos de mídia.

Ainda tentam levantar estandartes da “crise do mensalão”, que apenas acusaram, mas em nada provaram a existência do “esquema”, para justificar a não anistia a José Dirceu. O julgamento parcial da mídia consegue revelar a verdadeira essência e poder que acham que detêm para julgar um inocente como culpado, pelo motivo de ser petista, contra as injustiças sociais, articulador maior do governo Lula, prejudicar sua expansão de ignorância por todo o país e tirar a vaga de universidades federais e estaduais dos filhos das classes abastadas.

José Dirceu contará com o apoio de toda militância sem medo das intransigências da mídia de seus ferozes defensores, para temor da falsa esquerda, para temor dos senhores de guerra e coronéis da direita, Dirceu voltará! Para clamor do povo, para clamor do PT, para clamor do governo retornará com força revitalizada.

José Dirceu retornará enfim para o lugar de onde não deveria ter saído aos holofotes do governo federal para rearticulação da base governista, mas estará sob mira da mídia para todo o sempre, por isso lutemos para desmoralizar a mídia e conscientizar o povo deste passo de ruptura com o senso-comum e o pseudo-intelectualismo propagado pelas elites.

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

SERÁ QUE A ESQUERDA ESQUECEU A SUA FUNÇÃO SOCIAL? - POR UM RESGATE DA ESQUERDA RESPONSÁVEL E CONSCIENTE DE 1989.


É impossível qualquer militante das “diversas esquerdas” brasileiras não se intrigar com o racha na base dos movimentos sociais e sindicais decorrentes das vaidades de seus dirigentes que ao mesmo tempo em que lutam e batalham por coisas tão diversas, são incrivelmente iguais e seus militantes fervorosos em grande parte coincidem ideologicamente. Resgatemos então a esquerda de 1989.

A esquerda brasileira salvo alguns partidos com sério compromisso, deixou os movimentos sociais para voltar aos debates ideológicos como “ratos de bibliotecas marxistas”, esquecendo a verdadeira essência dos partidos de esquerda, esquecendo a conscientização da militância para ir às ruas para levar cada vez mais adeptos a sua ideologia e adaptá-la a realidade social brasileira.

Quando vemos rachas nos partidos de esquerda para fundação de outros se há anseios de resgate do movimento de esquerda e de base, mas ao mesmo tempo nos bate uma sensação que houve algo muito maior que mero racha de ideologias, mas de interesses políticos. Senti uma sensação de euforia quando H.H. falou em fundar sua própria sigla, ainda como mero pesquisador de partidos e decidir a qual me filiaria hoje se pudesse de desgosto retiraria a minha assinatura que coloquei para legalização do partido.

O racha profundo que demonstrara com Lula me fez refletir por qual motivo não o apoiaria e por qual motivo fizera uma oposição tão extremada ao PT quando era governo. Em minha opinião a senadora H.H. estava preocupada numa eventual disputa à presidência ser ofuscada por Lula ou por qualquer outra grande figura petista como Tarso, Palocci, Dirceu, Marta, Olívio, Jacques Wagner, Mercadante, Tião Viana e outros. Também em minha opinião temeria um eventual desgaste das crises do mensalão, correios, bingos e etc., sendo envolvida pela maioria da oposição no congresso, ficando mais fácil atacar do que defender para promover sua imagem diante da mídia e ao povo para se lançar a presidência.

O PSTU é um exemplo clássico de um racha profundo, deixou os movimentos sociais e sindicais de lado para dedicar-se à construção de suas bases de coordenação deixando a esfera da realidade e passando para alienação de ideais passados e revolucionários marxistas. O PCO é outro racha ainda mais profundo do PT, deixaram de vez a esfera da realidade para dedicar-se as comemorações da Revolução Russa. Será que esqueceram dos ideais que conceberam da fundação do PT de 1980?

O P-SOL está em uma fase decisiva, ou se converte ao socialismo utópico e revolucionário deixando de ser um partido representativo, ou traz uma alternativa real ao PT com políticas sérias, sem amadorismos e sentimentos de rachas e quebras com a realidade.

Imaginemos hoje uma unidade de esquerda como em 1989, onde desde marxistas fervorosos como Rui Costa Pimenta, Mancha, Gradella, passando pelos novos revolucionários como Heloisa Helena, Ivan Valente, Chico Alencar, até os socialistas “moderados” como Dirceu, J. Wagner, Rui Falcão, Tarso Genro e etc., concordavam que somente Lula poderia conduzir o país rumo a um futuro melhor e ao socialismo. Hoje é difícil conseguirmos imaginar esta situação, pois com as vaidades dos dirigentes partidários que muitas vezes tem problemas em escutar suas bases militantes e fazer a orientação para esquerda, preferem se apegar ao socialismo bibliotecário e imaginário fazendo a junção com um autoritarismo.


As bases e lideres lutam para atingir os mesmos objetivos mais de forma sem coordenação, ridicularizando a esquerda com lutas descabidas e sem grande repercussão. Devemos resgatar militantes de esquerda a unidade dos movimentos, sem tomar em base a ideologia, mas a preocupação do avanço sobre a massa populacional antes que as elites o façam e acabe por se esgotar a alternativa da esquerda.


Por um resgate da esquerda responsável e consciente de 1989, pois esta por pouco não vingou. Imaginemos todos nós sob ainda uma mesma bandeira, a bandeira daquele PT, a bandeira da verdadeira luta para o socialismo e como estaríamos hoje no combate daqueles que lesam verdadeiramente o país.Saíamos das bibliotecas e ganhemos as ruas para o crescimento do socialismo em suas diferentes vertentes, para afastarmos o perigo do neoliberalismo.

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

LULA e o PAC

O governo Lula, nestes últimos quatro anos, promoveu a desconcentração de renda das classes mais abastadas para as classes mais desfavorecidas da população de forma significativa com aumento real do salário mínimo, com programas de complementação de renda com o Bolsa Família, crédito a pequenos agricultores além de secretarias e ministérios relacionados as resolução dos problemas do povo brasileiro.

Muitos questionam o pagamento de juros da dívida externa e da dívida interna como abusivos e desnecessários, esperando que Lula desde o ano de 2003 propusesse o não pagamento de tal dívida para alavancar o desenvolvimento da nação, mas os mesmo que o criticam e o questionam esquecem que o Brasil estava falido quando entregue por FHC, onde as indústrias demitiam milhares de trabalhadores semestralmente por conta do aumento do preço do dólar e o não acompanhamento do crescimento do consumo interno para fazer a compra de sua produção, no campo os grandes latifundiários a qualquer crise jogavam os pequenos agricultores a frente para pedir empréstimos, quando conseguiam a linha de crédito emergencial pegavam a juros mais baixos e os pequenos agricultores pouca coisa poderiam fazer para se sustentar no campo, o comercio enfrentava uma crise, principalmente o comércio ligado as lojas de R$1,99, onde muitas lojas pouco poderiam oferecer em ofertas e variedades. Na bolsa de valores recordes atrás de recordes de pontuação do risco país, o mundo esperava por uma crise brasileira aos moldes da Argentina em 2001. Quais as opções de Lula para o Brasil em 2003? Talvez as seguintes:

a) Dar um calote da dívida externa como muitos sugeriam e fazer as reformas abruptas no campo na indústria e no comercio, estatizando bancos e reestatizando as empresas vendidas por FHC e ver metade do PIB do país sair na mesma hora em que tais medidas fossem decretadas, além de um sucateamento tecnológico das indústrias do país assim como ocorreu na Argentina. Resolvendo os problemas sociais endêmicos a base de decretos e limitando mais tarde a melhoria das condições sociais por problemas diplomáticos e econômicos uma vez que os problemas econômicos não foram tomados com preocupação.

b) Não calotear (pelo menos fingir não calotear) o FMI, pegar empréstimos com o fundo e pedir o apoio de Bush para consegui-lo. Conseguir crescimento de 8% ao ano a base do dinheiro de privatizações e empréstimos, sem resolver problemas da economia. Dar continuidade as privatizações de FHC ganhando assim respaldo do mercado financeiro, a venda do patrimônio nacional. Aprofundar o abismo social com a queda do poder de compra do salário mínimo, colocar a marginalização os movimento sociais, impor decisões sem qualquer preocupação com que o povo deseja. Passar para o lado do PSDB e PFL para seguir a vitimar a nação com medidas abusivas e abafar todo e qualquer caso ou denúncia de corrupção.

c) Não dar o calote na divida externa com uma política séria de redução de juros sem que dê a impressão do mercado que findará a época de rentabilidade especulativa e impedir que empresas se aproveitem da situação para fazer uma reserva de lucro sobre a baixa dos juros nesta época. Promover uma significativa mudança na concentração de renda com programas estratégicos, elevar o salário mínimo e controlar a inflação com o máximo de rigor possível para sempre observar o salário de o trabalhador ganhar em poder de compra. O crescimento econômico ser reflexo do que realmente o mercado pode produzir e não mais pelo que o mercado quer. Deixar que toda denúncia de corrupção (mesmo que infundadas) sejam investigadas levando a maior transparência possível das ações do congresso e do planalto. Abrir as portas do governo às reivindicações dos movimentos sociais sem importar-se com a “opinião pública”, conseguindo o respaldo popular e trazendo a tona os problemas endêmicos da sociedade brasileira.

Lula preferiu a última alternativa, sem dar atenção aos oposicionistas que resolveram escolher as outras duas alternativas, pois o país necessitava tomar um rumo sustentável economicamente e socialmente. Lula guiou o PT e a base governista a um projeto de reconstrução nacional, sem que para isto tomassem em conta meras ideologias, que nada resolvem o problema do país.

Nesta última eleição o Brasil optou por um programa sério de governo de Lula, deixando de lado o programa neoliberal copiado de FHC de Geraldo Alckmin, deixando de lado o programa ousado e sem conseqüências de Heloisa Helena, deixando de lado o programa de base única na educação de Cristovam Buarque e os programas sem pé nem cabeça de Eymael, Luciano Bívar e Rui Costa Pimenta.

Agora neste primeiro de janeiro Lula lançou o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) para desgosto dos oposicionistas de todas as linhas ideológicas e para deleite do povo e da base governista. As bases de infra-estrutura econômica estão mais reforçadas com a poupança recorde da economia que facilmente ultrapassa 25% da economia brasileira, com planos de massificação educacional, de implementação de tecnologias nas casas de toda a família brasileira.

Findou-se a época em que o crescimento excluía a grande massa populacional, agora os salários serão reajustados a base do crescimento econômico e da inflação, impedindo a perda de valor do salário mínimo do trabalhador e de sua família. Com Lula os próximos quatro anos serão de crescimento econômico e social constante e de bases fortificadas.

Para 2010, os oposicionistas se preparam, pois o povo estará com sua consciência afiada para eleger a continuidade da melhoria de suas condições. Lá estarão os representantes do povo para mais uma vez derrubar os ideais dos representantes das elites, por mais que a mídia se mobilize em uma empreitada para emplacar seus representantes, não conseguirão reverter o que o povo clama com fervor e esperança.

domingo, 11 de fevereiro de 2007

O FIM DO CORONELISMO POLÍTICO NAS REGIÕES NORDESTE E NO NORTE DÁ-SE PELA ASCENSÃO DA ESQUERDA

O ano de 2006 foi marcado pela polarização política e a manipulação midiática sobre os meios de comunicação em favor da destruição do espectro petista e do candidato Luís Inácio Lula da Silva, nas regiões Norte e Nordeste e nos grandes guetos sociais deste país. Mas como um grito de libertação o povo temeu que a manipulação sensacionalista lhe roubasse os avanços e a colocasse novamente em pauta o retrocesso social, a perda da tranqüilidade familiar e tempos de caos periférico.


A mesma mídia que de forma implacável mobilizou a classe média a indignação em meio a turbulência e ignorância política com seus formadores de opinião, acobertou a revolução armada dos guetos sociais marginalizados por décadas nas administrações Covas-Alckmin, jogando a culpa nos braços de Cláudio Lembo, um político que nada tem haver com os erros desta administração, mas seu por pertencer ao partido de base Alckmista e apoiar o mesmo não merece qualquer palavra de elogio. O PCC foi um trabalho de décadas de descuido e imaturidade política na gestão do estado mais dinâmico da nação, o Comando Vermelho é a resposta a exclusão social no Rio de Janeiro, portanto, para combater grupos marginais organizados não é coerente fazer duzentos presídios por ano para prender bandidos, mas é inteligente eliminar os guetos sociais por meio de políticas públicas de ascensão social antes que hajam novos levantes armados. Muito diferente do que é pregado pelos Lacerdistas, Vejistas e Globistas de plantão, com seu ar de superioridade e praticando mil bruxarias para iludir o povo.

As periferias agonizadas clamaram por Lula em 2002, as mesmas responderam a altura aos “formadores de opinião” que eram “senhoras de si mesmo”, reelegeram Lula. Nas regiões Norte e Nordeste assolado pelos fantasmas da fome, do coronelismo, da grilagem de terras, da impunidade a reação foi até mesmo inesperada tanto para os Senhores de Guerra do cangaço, como ACM, Paulo Souto, Tasso Jereissati, Mendonça Filho e os Senhores Feudais do Norte como Arthur Virgílio, quanto para os libertários Jaques Wagner, Ana Júlia, Eduardo Campos, Jackson Lago e Marcelo Deda. Os estados mais avassalados pelos mandos e desmandos das oligarquias políticas e pela impunidade que deflagravam em seus estados.

O medo de que ocorresse algo como já estoura na região Sudeste, os fez enxergar a morte que batia as portas dos cidadãos nordestinos vestindo uniformes tucanos e peefelistas impondo-lhes os eternos grilhões da miséria e ignorância, levando a população a buscar a esperança. A esperança foi levada pelo PSB, pelo PT e pelo PDT.

A ascensão da esquerda em meio ao caos social que o Nordeste e o Norte representou uma resposta a altura do descaso e da falta de solução aos problemas. O coronelismo político pode findar-se em 2010 com o boicote a ACM, a ACM Neto, a família Sarney, a Tasso Jereissati e tantas famílias e representantes do coronelismo. A grande esperança é em uma região Nordeste sem PSDB e PFL com seu coronelismo e uma Região Norte sem os mesmos partidos findado assim a grilagem de terras e a impunidade no campo.

O PT tem sua parcela de responsabilidade para que isto ocorra, reelegendo os mesmos governos, e alcançando votações significativas para depurados e senadores e levar ao segundo turno em estados dominados pelas raposas velhas e os corvos sanguinários da oposição.

Manifesto do Blog.

A alienação política é um mal que atinge toda a população, não diferenciando classe social, cor ou credo.

É um mal propagado pela midia e agravado pela ignorância massificada por mais de 5 séculos pelas elites brasileiras.

O único modo de combatê-la é levar as massas informações não alienadas e confiáveis.

Este Blog se propõem a esta causa levando muitas opiniões muito diferenciadas do que convencionalmente é colocado pela mídia elitista.

Viva a democratização da informação.

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Desculpe-nos o transtorno!

O antigo blog "Contra a Alienação Política" foi impedido de postar novas mensagens devido aos caos da mudança de modelo do blog.

Então aqui serão respostados alguns dos antigos comentários e os novos.

Muito Obrigado!