PT - Instantâneo
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Apesar de não haver similaridades explícitas entre os dois casos, a ocupação do Pinheirinho e a Cracolândia, mas precisamos refletir sobre o papel do Estado, mais especificamente, o Estado Tucano, e seus reflexos na sociedade. Graças a omissão políticas do PSDB, ou povo perece diante da falta de perspectivas, ou tem de reagir para continuar a sobreviver. Seja como for o tucanato reprimirá o povo da forma mais violenta possível, e usará de todos os meios para camuflar seus atos espúrios.
A pouco mais de um mês São Paulo viveu uma situação dramática, quando a PM surpreendeu os usuários de Crack, de madrugada e os expulsou de forma violenta do centro da cidade. Uma ação de primeiro momento comemorada por setores da PM e do próprio governo do estadual, mas lamentada logo depois por todos os cidadãos, dada a falta de planejamento em recepcionar os usuários, que levou a formação de "mini-cracolândias" por toda a cidade de São Paulo. Quando sob protestos de vários cidadãos do centro da metrópole decidiram protestar, o Governador Geraldo "Picolé-De-Chuchu" Alckmin, e o prefeito NunKassab, deram para trás e culparam o comandante da PM pela ação "antecipada" e pelo "entendimento equivocado da questão.
Até este momento, eram somente usuários de crack, um setor desprezado por grande parte da sociedade paulista, e as transgressões policiais ali ocorridas, seriam camufladas pela mídia, e até admitidas em face dos problemas causados por estas pessoas.
Mais recentemente em São José dos Campos, o Governo Paulista, aliado a mais uma prefeitura conservadora de sua própria linhagem, promoveu mais uma bárbarie, desta vez o público oprimido não eram usuários de drogas, mas famílias carentes e trabalhadoras, gente que não teve vez, e voz nesta cidade por oito anos, e que de todas as formas foi discriminada, e impedida de ter seu acesso aos direitos mais básicos, sendo assim tratados como cidadãos de "segunda-classe" pelo tucanato joseense. O PSDB local, seguiu estritamente a cartilha política delineada pelos mais de 20 anos de escola repressora, iniciada até antes de Covas, mas alcançado o estado da arte com Serra e Alckmin.
Suas transgressões atingiram níveis somente vistos em ditaduras de caráter fascista e higienista, tratam os dois casos como se fosse algo alienígena a sua péssima gestão do Estado. A cracolândia, com seus moribundos é o mais vil reflexo de uma juventude que se perdeu diante da falta de perspectivas dos anos 90, e da década de 2000 que não encontrou outra alternativa senão as drogas, para aliviar o sofrimento contínuo da falta de emprego decente, educação de qualidade, e de oportunidades de formação. No caso do Pinheirinho, a especulação imobiliária, e a falta de programas de habitação popular, foram formas de afastar a população carente do município, e um assentamento de famílias carentes, em um terreno de um criminoso internacional que compartilha dos mesmos ideais espúrios e fascistas de Eduardo Cury, seria algo fora dos planos de higienização política e social promovida nos últimos dezesseis anos de PSDB (Emanuel Fernandes-Eduardo Cury).
Para tanto tentou no Pinheirinho usar dos mesmos artifícios da Cracolândia, e camuflou muitos aspectos negativos, mas não todos, revelando muitas violações aos direitos humanos, quando a tropa de assalto da PM invadiu o assentamento promovendo atos de violência contra os moradores, ao invés de garantir a segurança do agente público de despejo. A entrada da PM repetiu as táticas empregadas na USP, e por exércitos mercenários, atacar quando o adversário, ou o povo, estiver mais frágil. O cerco promovido pela PM e prefeitura incluiu oito anos de negações à Saneamento Básico, Eletricidade, e mais de uma semana de expectativas e pressões psicológicas desumanas.
Geraldo Alckmin e Eduardo Cury são representantes de um modelo político vencido, que o PSDB insiste em propagar sobre todo o Estado de São Paulo, e pior fazem das mídias marrons seus porta-vozes e testemunhas para distorcer a verdade. Atualmente contam com o apoio de setores conservadores e racistas para financiar e virar o jogo, onde o opressor torna-se vítima, e a vítima o opressor. O PSDB se esconde ao acusar o PT, o PSOL, e o PSTU de politizar a questão, sendo que são eles mesmo que a politizam, ao usar da violência como instrumento de persuasão e opressão a população carente.
A violência dos mesmos é dada das mais diversas formas, sendo qualquer sinal de mobilização e conscientização reprimida para não ser repetida, da mesma forma que o filme "V de vingança" representa. Se nos calarmos diante da opressão ela se dará de forma incontrolável, então reagir é um fator necessário, tão importante quanto ser um protagonista político. Quando o sistema torna-se opressor qualquer forma de reação é legítima, pois o pior tipo de terrorismo praticado é o "Terrorismo de Estado". As ações terroristas cometidas por Cury e Alckmin, não devem passar em branco! Deveriam ter seus cargos e direitos políticos cassados, e julgados em cortes internacionais, contudo até a (in)Justiça os favorece, tendo nos seus estratos mais altos muitos juízes corrompidos, e pouco sensíveis preservação dos direitos mais básicos daqueles que estão na base da sociedade brasileira.
Há culpados nestas duas situações, mas em nenhum dos casos é o povo! A culpa é sim do PSDB e de seus dirigentes que se portam como porcos ávidos em converter o Estado em um mero instrumento bancário, àqueles que estão na sua periferia devem ficar inertes politicamente, pois eles não sabem viver em democracias, com eles o único sistema que pode imperar é a ditadura do capital.
domingo, 22 de janeiro de 2012
Nota da Juventude do Partido dos Trabalhadores de São José dos Campos e da Macro da Juventude do Partido dos Trabalhadores do Vale do Paraíba sobre a Invasão Policial ao Pinheirinho
Nota da Juventude do Partido dos Trabalhadores de São José dos Campos e da Macro da Juventude do Partido dos Trabalhadores do Vale do Paraíba sobre a Invasão Policial ao Pinheirinho
A Juventude do Partido dos Trabalhadores de São José dos Campos e do Vale do Paraíba vem manifestar por meio de nota sua profunda insatisfação e desagrado com o MASSACRE promovido pela PM paulista, e pela ação covarde da Juíza Márcia Loureiro de fugir de seu domicílio para não acatar a liminar federal.
O estado de anarquia social que hoje vitima a população trabalhadora do Pinheirinho, é resultado da omissão do poder público municipal, priorizando a hegemonia do poder do capital especulativo em detrimento ao valor humano da terra e da moradia. Já não é tão incomum dizer que esta é mais uma ação de um governo liderado pelo PSDB, mas a novidade é justamente a desumanidade com que tratam a população pobre, e trabalhadora.
O criminoso internacional Naji Nahas, dono das terras do bairro Pinheirinho, hoje se deleita com esta ação, bebendo do sangue desta gente humilde, crianças, jovens, mulheres, e homens que anseiam o mínimo que lhes é garantido pela constituição, o direito a Moradia, Saneamento Básico, e a Liberdade.
Hoje a JPT de São José dos Campos e do Vale do Paraíba, compartilha das dores desta ação fascista, com os companheiros do Pinheirinho. Somos todos vítimas deste mesmo mal, que é o poder do capital em sua face mais maligna e perversa, tirando os direitos básicos do povo em prol do conforto de alguns poucos. A luta do Pinheirinho é a luta de todos nós, jovens, trabalhadores, socialistas!
Assim reafirmamos nosso compromisso a luta do Pinheirinho, e continuaremos a nos manifestar contra as ações desumanas e em prol da especulação imobiliária.
Bruno Lima Emidio – Secretário Municipal da JPT de São José dos Campos
Silvinha Rezende – Coordenadora da JPT da Macro Vale do Paraíba
Rogério Cruz do Carmo – Secretário Estadual da JPT – SP
Jefferson Lima – Secretário Nacional da JPT
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Senhor das Guerras não gosta de crianças! - Por Bruno Lima Emidio
Há pelo menos uma semana já alertávamos para possibilidade de um banho de sangue em São José dos Campos, mas o poder judiciário em São José dos Campos, fez o que infelizmente já esperávamos... vistas grossas à população carente, e todo apoio a ocupação da tropa de assalto da PM assassina.
Foto: Etienne Aquino
Em clima de Guerra-Civil, São José dos Campos, acordou com as bombas, cacetes e helicópteros, manchando a nossa terra com terror e sangue. Nossa cidade que já foi a terra das oportunidades, do vanguardismo tecnológico, hoje amanheceu fétida, com ares de impunidade, violação constitucional, e de capital sujo da especulação imobiliária.
Este dia será lembrado como o mais triste da história de nossa cidade, que sob a batuta do PSDB de Eduardo Cury, e Emanuel Fernandes, manchou nossa cidade com o horror, e a voracidade incontrolável do poder do capital imobiliário.
A política iniciada há doze anos, hoje produz seus frutos, que culmina nesta ação. A Juíza Márcia Loureiro tem sua parte nesta ação, e devemos buscar a responsabilidade que lhe cabe nesta questão. O prefeito Eduardo Cury deve ser responsabilidade pela omissão, e impostura destes últimos oito anos, ao não resolver esta situação, assim como Emanuel que levou esta política à cabo no final de sua administração.
A Juventude do Partido dos Trabalhadores não se calará diante da política do prefeito Eduardo Cury, que se comporta como um senhor das guerras medieval. Cury, matou os filhos desta terra, e manchou o nome de toda a cidade, para agarriar maior capital para sua campanha, e para seus partidários.
Hoje em São José dos Campos, somente os vereadores do PT buscam uma solução para a paz e a regularização do Pinheirinho. Cadê a manifestação dos outros vereadores da base de Eduardo Cury? Cristiano Ferreira Pinto, Dulce Rita, Walter Hayashi, Robertinho da Padaria, Tampão, Alexandre da Farmácia, onde estão? Escondidos com o Cury na barriga de alguém de Taubaté???
Impeachment já para Eduardo Cury! Julgamento da Juíza Márcia Loureiro, e do comandante da PM!
Do blog: www.jptsjc.blogspot.com
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quinta-feira, 7 de julho de 2011
Uma revista a serviço das elites!
Qual a função de Revistas como a VEJA, além de vender carros, perfumes, e outros produtos a preços exorbitantes às nossas famigeradas e egocêntricas elites do eixo Rio-São Paulo? Falar mal do PT, e do conjunto da esquerda, é óbvio! Contudo, jamais conseguiram apresentar dados concretos de alguma denúncia, usam do artifício do jornalismo "denuncista" de mentes destorcidas e mal (in)formadas para sublevar uma oposição sem rumo, e há muito abatida.

Revista VEJA, há muito tempo consegue despertar meus sentimentos mais revoltados, e causa-me asco somente o olhar de sua imagem a reluzir nas bancas de jornais. Revista esta que jamais foi capaz de informar, deixa claro seu viés ideológico, folha-a-folha, artigo-a-artigo.
Pessoas, que nem sequer possuem ligação com o jornalismo, ou desejavelmente nível universitário. Usam e abusam do denuncismo, como arma de intimidação, e são apoiados por grandes veículos de comunicação. Suas retóricas permeiam o que há de mais horrendo, e a ética há muito não é vista pelas bandas da editora Abril.
Dentre suas matérias de capa, denúncias de ligação de Lula com a Al Qaeda, do PT com as FARC, de Obama com o Tsunami, e outras baboseiras que ajudam a entorpecer nossas elites, e a tentar convencer nossas antigas classes médias, e ás novas que o momento bom que vivem na verdade é resultado de um programa falho, incompetente, e por ventura inconsequente que Lula, Dilma, e o PT implementaram no Brasil.
A cada matéria que consigo ler forçosamente desta revista, adentrando a minha cabeça com a dor de mil navalhas, causa-me forte repulsa, e a sede de "mergulhar" rapidamente em um livro marxista.
A cada edição, estou convencido que revistas deste teor há muito deveriam ser punidas, pelos prejuízos causados a toda uma nação, por conta da inconsequência de suas publicações. Expropriada é o termo que veem a cabeça, para enfrentar esta revista, com o controle público dos movimentos sociais, e dos sindicatos. Retirar da mão de nossas elites o controle sobre meios de mídias nacionais, sejam eles televisivos, radiofônicos, ou escritos, e passar as mãos do povo.
Já chegou a hora de se fazer justiça! Expropriar às mídias das elites! Estatuto de Ética para às Mídias! Regulamentação dos Meios de Informação!
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segunda-feira, 23 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
Jair Bolsonaro - Nuremberg Urgente!
Logo após a Segunda Guerra Mundial, criminosos nazistas haviam sido julgados em Nuremberg por crimes de guerra, e muitos deles foram condenados a morte, ou a prisão perpétua. Mas estas últimas semanas foram notabilizadas pela "fuga" de um destes condenados, para nosso Congresso Nacional, que aliás, há muito sofre dos males da direita golpista e reacionária. Jair Bolsonaro, de fato, representa tudo o que há de mais reacionário e desumano, ofende negros, discrimina gays, e agora ataca os direitos da criança e do adolescente... Nuremberg Urgente!
No mundo inteiro neonazistas, neofascistas, e políticos da direita reacionária estão se reagrupando. Sues Maiores expoentes hoje se encontram no continente europeu, Liga do Norte (Itália), Frente Nacional (França), Partido do Povo Suíço (Suíça). Mas na América do Sul, estes grupos tem se tornado a cada dia menores, ante a expansão da esquerda.
No Congresso Nacional brasileiro, nossa oposição direitista, em geral, não consegue se assumir como reacionária, conservadora, a exceção de algumas figuras como ACM Neto, Onyx Lorenzoni, e Paulo Bornhausen, contudo nenhuma destas figuras conseguiu ser reacionária a ponto de qualificarmos como neonazistas. No entanto, o Deputado Jair Bolsonaro, figura da mais baixa estirpe, cotidianamente é veiculada falando contra as cotas raciais, contra os direitos das minorias, e atualmente contra os direitos da criança e do adolescente.
Uma mente transloucada, e débil, que a cada dia ganha repercussão no noticiário conservador, como redentor da moralidade, de uma direita perniciosa para o país, que ameaça as noções de cidadania e civilidade que temos conquistado aos poucos nos últimos oito anos. Jair Bolsonaro, representa tudo aquilo que nos causa asco, como a inconsciência e a violência dos Skinheads, a violência e as mentiras dos mlitares de "Linha-dura", o desprezo a classe trabalhadora das Socialites, e a desestruturação das famílias promovida pelo machismo e a estrutura verticalizada de poder.
Nesta luta toda a esquerda se encontra unida, todo apoio as senadoras Marta Suplicy (PT-SP), e Marinor Brito (PSOL-PA), e aos deputados Jean Willys (PSOL-RJ), e Paulo Pimenta (PT-RS) que não se esquivaram da luta das monorias, e enfrentaram esta figura nefasta. "Nuremberg Urgente!" para Bolsonaro, queremos seu julgamento, e punição exemplar, para preservação dos direitos das minorias, dos negros, e das crianças.
Queremos da Comissão de Direitos Humanos, uma investigação sobre as atividades e planos de Jair Bolsonaro, com vistas a cassação de seus direitos políticos em definitivo. Neonazistas, como Bolsonaro devem ser impedidos de ascenderem ao poder, para tranquilidade do povo em geral.
Fora Bolsonaro!
No Congresso Nacional brasileiro, nossa oposição direitista, em geral, não consegue se assumir como reacionária, conservadora, a exceção de algumas figuras como ACM Neto, Onyx Lorenzoni, e Paulo Bornhausen, contudo nenhuma destas figuras conseguiu ser reacionária a ponto de qualificarmos como neonazistas. No entanto, o Deputado Jair Bolsonaro, figura da mais baixa estirpe, cotidianamente é veiculada falando contra as cotas raciais, contra os direitos das minorias, e atualmente contra os direitos da criança e do adolescente.
Uma mente transloucada, e débil, que a cada dia ganha repercussão no noticiário conservador, como redentor da moralidade, de uma direita perniciosa para o país, que ameaça as noções de cidadania e civilidade que temos conquistado aos poucos nos últimos oito anos. Jair Bolsonaro, representa tudo aquilo que nos causa asco, como a inconsciência e a violência dos Skinheads, a violência e as mentiras dos mlitares de "Linha-dura", o desprezo a classe trabalhadora das Socialites, e a desestruturação das famílias promovida pelo machismo e a estrutura verticalizada de poder.
Nesta luta toda a esquerda se encontra unida, todo apoio as senadoras Marta Suplicy (PT-SP), e Marinor Brito (PSOL-PA), e aos deputados Jean Willys (PSOL-RJ), e Paulo Pimenta (PT-RS) que não se esquivaram da luta das monorias, e enfrentaram esta figura nefasta. "Nuremberg Urgente!" para Bolsonaro, queremos seu julgamento, e punição exemplar, para preservação dos direitos das minorias, dos negros, e das crianças.
Queremos da Comissão de Direitos Humanos, uma investigação sobre as atividades e planos de Jair Bolsonaro, com vistas a cassação de seus direitos políticos em definitivo. Neonazistas, como Bolsonaro devem ser impedidos de ascenderem ao poder, para tranquilidade do povo em geral.
Fora Bolsonaro!
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sábado, 7 de maio de 2011
Estados Unidos: Um Estado Terrorista
Após a morte de Osama bin Laden, o presidente estadunidense, Barack H. Obama, disse que o mundo ficou mais seguro com a morte do terrorista. Terrorista? Justo o presidente do Estado-Nação, que mais aterrorizou nações, povos, e grupos ideológicos na história da humanidade, com suas manobras ora secretas, ora desnudadas, que forjou terroristas como Osama, e que por vezes foi o próprio Estado Terrorista. Obama é quem me preocupa!

"A América, enfim comemora a morte de Osama, o triunfo da vida sobre o terror(...)", assim os veículos globais deram a notícia da morte de Osama bin Laden, líder da Al-Qaeda, e mentor dos atentados de 11 de setembro de 2001. Neste momento poderíamos estar vibrando sua queda, contudo cabe desnudar o que esteve por detrás desta ação orquestrada pelos estadunidenses, que levou a morte de Osama.
Osama foi um guerrilheiro fundamentalista islâmico, que atuou na expulsão dos soviéticos do Afeganistão, em 1988. Após a expulsão da URSS, bin Laden organiza a Al-Qaeda para lutar para instalação de regimes islâmicos fundamentalistas. Quando os Estados Unidos invadem o Iraque , Osama decide que é hora de enfrentar o imperialismo ianque, e inicia a sua jornada de enfrentamento aos Estados Unidos.
Desde o atentado de 1993, o primeiro contra o complexo financeiro do World Trade Center, (WTC) até os atentados contra o porta-avião USS Cole, Osama já alertava da possibilidade de um atentado maior no território estadunidense, caso continuasse a presença dos Estados Unidos em território saudita, que do ponto de vista muçulmano é sagrado, dada a história que o islã desenvolveu com esta região.
Osama, lutou contra a opressão que os Estados Unidos imprimiu ao Oriente Médio, nas duas últimas décadas. Porém sua luta abarcou o espírito de luta de muito mais povos, que da América Latina, até o Leste da Ásia foram vítimas da selvageria capitalista promovida pelos ianques.
Os Estados Unidos, de fato se comportaram como um "Estado Terrorista", desde a segunda guerra mundial, onde refrearam o processo de autodeterminação dos povos do mundo, em prol dos interesses de suas grandes corporações, sejam elas alimentícias, petrolíferas, siderúrgicas, ou para manter suas bases militares em pontos estratégicos.
Dentre as ações malfadadas, em outro 11 de setembro, do ano de 1973, os Estados Unidos levaram agentes da CIA para matar o presidente Allende, e ajudar na posse de Pinochet para satisfazer as empresas do setor de cobre. Para manter a segurança no Norte da África e impedir a ascensão comunista no Iraque financiou as ações de Saddam Hussein e auxiliou no combate ao regime revolucionário iraniano. No Vietnã impós um governo impopular no sul do país, e destruiu quilômetros de mata nativa com Napalm para matar guerrilheiros vietnamitas. Alguns poucos exemplos do que patrocinaram em mais de cinco décadas, fora regimes como o Apartheid, as ditaduras na América Latina, Ásia, e Europa, e na venda de armas a nações em conflito.
Práticas como estas jamais configuraram qualquer tipo de retaliação, ou mesmo de protesto da ONU, na medida de qualificá-lo como estado terrorista, e julgar seus líderes e seu modelo político como antidemocrático e ameaçador do princípio de autodeterminação dos povos.
O 11 de setembro de 2001 não foi um atentado, foi um mero reflexo do que acontece todos os dias no mundo oprimido pelo poder das grandes corporações estadunidenses que diariamente sugam a vitalidade dos povos e transformam em capital, que é esbanjado e revendido em forma de armas e contra-cultura. Osama fez sentir em um dia, todo o sofrimento dos povos do sul, por este motivo o povo dos países subdesenvolvidos, não nutre o ódio visceral que o povo estadunidense sente diante deste atentado, que de fato atingiu o ego deste cidadão que creia em uma nação onipotente e unipolar.
Osama desfraldou a geopolítica estadunidense, e impôs a esta nação limites a sua atuação. A morte daqueles que comandavam o complexo do WTC, levou a rápida deterioração econômica dos Estados Unidos, uma vez que eram estas pessoas que manipulavam o sistema e impunham a hegemonia financeira sobre o globo e sustentavam a máquina de guerra. Foram mortes de caráter estratégico, a partir delas os Estados Unidos regridem a status de potência regional, e veem surgir os BRICS, mas particularmente a China como potência global.
O século XXI nasceu naquele 11 de setembro, bem como a decadência ianque. Ao Obama cabe o papel sinistro de um Nobel fajuto convertido a política sanguinária de terrorismo de estado. Não me surpreenderia se Bush, um homem de ideais sinistros comandassem uma ação deste tipo, porém, o presidente Obama, levando adiante um discurso imperialista e prometendo ações como estas daqui por diante para obter a reeleição é preocupante, pois demonstra que não existe diferenças programáticas entre Democratas e Republicanos.
O terror e o mal não se extinguem com a morte de Osama, mas se ampliam na medida em que o terrorismo é praticado por estados onipotentes militarmente e fracassados, politicamente, como é o caso dos Estados Unidos, que vivem da contra-cultura do espetáculo, e da política das grandes empresas.
Osama foi um guerrilheiro fundamentalista islâmico, que atuou na expulsão dos soviéticos do Afeganistão, em 1988. Após a expulsão da URSS, bin Laden organiza a Al-Qaeda para lutar para instalação de regimes islâmicos fundamentalistas. Quando os Estados Unidos invadem o Iraque , Osama decide que é hora de enfrentar o imperialismo ianque, e inicia a sua jornada de enfrentamento aos Estados Unidos.
Desde o atentado de 1993, o primeiro contra o complexo financeiro do World Trade Center, (WTC) até os atentados contra o porta-avião USS Cole, Osama já alertava da possibilidade de um atentado maior no território estadunidense, caso continuasse a presença dos Estados Unidos em território saudita, que do ponto de vista muçulmano é sagrado, dada a história que o islã desenvolveu com esta região.
Osama, lutou contra a opressão que os Estados Unidos imprimiu ao Oriente Médio, nas duas últimas décadas. Porém sua luta abarcou o espírito de luta de muito mais povos, que da América Latina, até o Leste da Ásia foram vítimas da selvageria capitalista promovida pelos ianques.
Os Estados Unidos, de fato se comportaram como um "Estado Terrorista", desde a segunda guerra mundial, onde refrearam o processo de autodeterminação dos povos do mundo, em prol dos interesses de suas grandes corporações, sejam elas alimentícias, petrolíferas, siderúrgicas, ou para manter suas bases militares em pontos estratégicos.
Dentre as ações malfadadas, em outro 11 de setembro, do ano de 1973, os Estados Unidos levaram agentes da CIA para matar o presidente Allende, e ajudar na posse de Pinochet para satisfazer as empresas do setor de cobre. Para manter a segurança no Norte da África e impedir a ascensão comunista no Iraque financiou as ações de Saddam Hussein e auxiliou no combate ao regime revolucionário iraniano. No Vietnã impós um governo impopular no sul do país, e destruiu quilômetros de mata nativa com Napalm para matar guerrilheiros vietnamitas. Alguns poucos exemplos do que patrocinaram em mais de cinco décadas, fora regimes como o Apartheid, as ditaduras na América Latina, Ásia, e Europa, e na venda de armas a nações em conflito.
Práticas como estas jamais configuraram qualquer tipo de retaliação, ou mesmo de protesto da ONU, na medida de qualificá-lo como estado terrorista, e julgar seus líderes e seu modelo político como antidemocrático e ameaçador do princípio de autodeterminação dos povos.
O 11 de setembro de 2001 não foi um atentado, foi um mero reflexo do que acontece todos os dias no mundo oprimido pelo poder das grandes corporações estadunidenses que diariamente sugam a vitalidade dos povos e transformam em capital, que é esbanjado e revendido em forma de armas e contra-cultura. Osama fez sentir em um dia, todo o sofrimento dos povos do sul, por este motivo o povo dos países subdesenvolvidos, não nutre o ódio visceral que o povo estadunidense sente diante deste atentado, que de fato atingiu o ego deste cidadão que creia em uma nação onipotente e unipolar.
Osama desfraldou a geopolítica estadunidense, e impôs a esta nação limites a sua atuação. A morte daqueles que comandavam o complexo do WTC, levou a rápida deterioração econômica dos Estados Unidos, uma vez que eram estas pessoas que manipulavam o sistema e impunham a hegemonia financeira sobre o globo e sustentavam a máquina de guerra. Foram mortes de caráter estratégico, a partir delas os Estados Unidos regridem a status de potência regional, e veem surgir os BRICS, mas particularmente a China como potência global.
O século XXI nasceu naquele 11 de setembro, bem como a decadência ianque. Ao Obama cabe o papel sinistro de um Nobel fajuto convertido a política sanguinária de terrorismo de estado. Não me surpreenderia se Bush, um homem de ideais sinistros comandassem uma ação deste tipo, porém, o presidente Obama, levando adiante um discurso imperialista e prometendo ações como estas daqui por diante para obter a reeleição é preocupante, pois demonstra que não existe diferenças programáticas entre Democratas e Republicanos.
O terror e o mal não se extinguem com a morte de Osama, mas se ampliam na medida em que o terrorismo é praticado por estados onipotentes militarmente e fracassados, politicamente, como é o caso dos Estados Unidos, que vivem da contra-cultura do espetáculo, e da política das grandes empresas.
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Vem aí o PSD de Kassab!
A oposição se reagrupa em torno de sua figura mais renovada, Gilberto Kassab, que é o retrato da nova oposição. Uma oposição pequena, frágil, e concentrada ao redor de alguns figurões. Kassab agora tenta se livrar do fardo que é carregar o seu antigo partido (DEM), e busca oxigenar as bases da oposição, se movimentando cada vez mais ao centro, e ao governismo.

A morte do DEM é cada vez mais nítida, bem como da própria oposição. Este processo vêm desde a segunda eleição de Lula, onde a oposição diminuiu drasticamente, passando de 194 deputados, em 1998 durante o 2º Mandato de FHC quando PSDB-DEM-PPS formaram a maior bancada, para hoje em conjunto contarem com pouco mais de 100 deputados (atualmente 108 deputados), uma redução de quase 50%, fora a redução da bancada de senadores 30 senadores em 1998, para relés 17 em 2011.
Kassab, ainda com sua última resguarda de sanidade já entendeu o recado, fundou sua sigla como último bote salva-vidas de uma oposição sem rumo e quartel. Desta forma, se opor a Lula foi um erro fatal, apelar para o obscurantismo e ao sacro-conservadorismo foi inevitável. Assim não apresentara um programa alternativo apresentando seus velhos figurões e estandartes por falta de tempo hábil para pensar como torná-lo afável e próximo do povo.
A oposição que cambaleia em desatinos cometidos pelos seus velhos quadros como FHC, Demóstenes Torres, e Jorge Bornhausen está sem saída. Aliás, como o próprio Senhor de Sorbonne disse, "Enquanto o PSDB e seus aliados persistirem em disputar com o PT influência sobre os “movimentos sociais” ou o “povão”, falarão sozinhos". Até FHC admite que o PSDB há muito tempo perderam qualquer contato com as massas, e que lhes resta apenas é disputar a nova classe média, para evitar o nítido fim desta oposição conservadora.
Líderes tucanos como Alckmin, e Aécio foram em socorro ao artigo em que FHC abrira seu coração, para dizer que seu foco é o "povão", e começam a adotar linhas menos conservadoras para tentar renovar o espírito oposicionista. Alckmin em São Paulo já anuncia que sua política "Cala-boca" está firme e forte, onde não pensa em adotar o Plano de Carreira para professores, em troca de aumento segmentado em quatro anos para recompor perdas dos últimos doze anos, ao mesmo molde da política de bônus para o magistério que adotara logo após a morte de Mario Covas.
O PSD de Kassab vêm para fazer frente a oposição truculenta, contudo ainda é oposição. Só mais um polo de direitistas, que procuram nova face para implementar a mesma política arcaica. O PSD é resultado do mesmo pânico que aflige dos ratos que percebem que a nau afunda. O DEM, o próprio PSDB, e o PPS, já sentindo o golpe desferido por Kassab preparam a fusão das siglas antevendo o seus derradeiros finais.
Que venha o PSD, e que a nossa vil direita se recolha a sua insignificância!
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domingo, 7 de novembro de 2010
A quem interessa divir o Brasil em dois?
Nesta última semana a polêmica da vez fora a vitória de Dilma Rousseff dada pelo Nordeste e o Norte do Brasil, enquanto as regiões Sul e Sudeste levariam a um governo liderado por José Serra. Nesta trincheira divisionista entraram em campo as harpias nazifascistas, da "tropa de assalto" serrista, que procurou difundir durante a campanha que o PT e Dilma não gostavam de São Paulo e do Sul do país, ao invés de procurar o verdadeiro motivo para débil campanha que já nascera moribunda e capenga.
O velho dilema norte-sul, que há muito perdura sobre o país, desde os idos de 2002, onde Lula vencera com apoio maciço dos eleitores dos estados do Nordeste, e diversos preconceitos vem sendo veiculados desde então. Antes da vitória de Lula, não se havia qualquer questionamento sobre o peso do Nordeste e do Norte quando eram governados pelos coronéis do PFL e PSDB.
Após o primeiro mandato de Lula, as regiões Norte e Nordeste que aos poucos acordavam do retrocesso dos governos coronelistas do eixo PFL-PSDB, começara a despertar para uma nova era de crescimento, que antes era negada, graças a política paternalista dos bastiões do Centro-Sul, e passou a vigorar a política de crescimento econômico e social sustentado que levou a uma substancial diminuição da desigualdade social e a promoção de emprego e renda como jamais havia acontecido.
Neste contexto, em 2006, Geraldo Alckmin veio disseminando esta onda preconceituosa nos bastidores, com a finalidade de abrir vantagem no Sul e Sudeste. Além da tática se mostrar débil, com sua derrotada acachapante no segundo turno, perdendo 2,5 milhões de votos inclusive. Naquele momento o PSDB já desenhava o quadro de se alinhar a movimentos cada vez mais escusos e obscuros como a TFP, aos monarquistas, e a alas da extrema-direita que adentravam ao partido com a finalidade de organizar uma oposição radical ao governo popular de Lula e do PT. Lideranças como Artur Vírgilio, Tasso Jereissati, e Marisa Serrano foram os expoentes da radical e vil oposição ao Governo Lula, beirando o nazifascismo, colocando suas posições contra movimentos de trabalhadores, rurais, e ambientais a nível autoritário.
Em 2010, quando o PT lança uma candidatura forte, com aval de Lula, e com aporte dos movimentos sociais, se iniciam os preconceitos, em primeiro momento por ser mulher e iniciante na disputa política, algo já considerado pela cúpula do partido, mas com argumentações prontas para iniciar um debate profundo na sociedade. Em segundo momento, quando ultrapassa José Serra nas pesquisas, sobre fatos obscuros como religião, opção sexual, e calúnias via panfletos clandestinos. em que nem ela nem o partido consideravam plausível, e mesmo possível, dadas as consolidações éticas e democráticas das disputas eleitorais dos últimos anos.
Após a derrota, José Serra, chama Lula de "direitista" e de "anti-democrático" na França, que lhe valeu algumas boas vaias. Seu marqueteiro que logo após o pelito culpou Aécio Neves pela derrota, e depois virou a história culpando os eleitores do Nordeste. Como se a culpa pela apatia, pela baixaria, e o rebaixamento do programa de campanha fosse culpa do eleitor nordestino. Justamente o eleitor que mais sofreu na pele com governos corruptos, e pouco eficazes, e que teve de aprender a votar para evitar que situações como estas se repetissem, se tornando de fato, eleitores conscientes e vibrantes nas campanhas que se seguiram a partir da década de 1990.
Mesmo que não houvesse a participação do eixo Nordeste-Norte-Centro Oeste, e se perdurasse uma ditadura que excluíssem a participação cidadã, ainda assim haveria uma vitória de Dilma Rousseff por 400.000 votos. No Norte houveram vitórias nos estados do AC, RR, e RO por parte de Serra, então é preciso reavaliar esta afirmação falsa.
Durante os governos de FHC/Serra, todas as regiões brasileiras sofreram com apagões, dengue, falta de empregos, falta de vagas nos ensinos técnico e superior, e com Lula/Dilma, foi justo o contrário com ampliação da produção energética, investimentos maciços na rede SAMU e SUS, empregos de todos os tipos, e vagas abundantes nas universidades e escolas técnicas federais.
Foi o próprio Serra que falou em dividir o país, e que privilegiou visitas aos berços da elite, adotando estratégias erradas e antidemocráticas, incitando as alas de extrema-direita a tomarem a dianteira da campanha, fazendo surgir figuras acéfalas e nefastas como Mayara Petruso e xenófobos como a SRD.
O interesse de se dividir o país em dois é justamente da corja nazifascista do PSDB, que não têm mais quartel para dirigir a oposição e precisam arrumar bodes expiatórios para impedir a fração da oposição e levar seus problemas ao bloco que vencera as eleições. Falam inclusive em "Tucanistão" o eixo onde PSDB-DEM levaram as eleições estaduais para Governador, mas esquecem do movimento silencioso, principalmente em seus bastiões (SP e MG), onde o PT e a oposição controlam cerca de 40% das cadeiras.
O Brasil, ao contrário do propagado pela nossa vil oposição, que hoje trava uma luta mortal entre os mesmos para continuar a viver, é um país que se uniu e elegeu bancadas para Câmara Federal condizente com o Governo eleito, ao contrário do que ocorrera com Lula. Dilma Rousseff, uma presidente de nível superior, e com Mestrado, coisa que tanto reivindicavam de Lula, qualificando-o como despreparado, agora é quem dirige o país, e ainda assim reclamam... Dá para entender?
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Bruno
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domingo, 31 de outubro de 2010
O Brasil é Dilma! - Primeira Presidenta do Brasil.
Os tucanalhas que me perdoem, mas hoje é um dia feliz! Feliz pois pela primeira vez teremos uma mulher regendo um mandato presidencial no Brasil, ainda que a campanha tenha sofrido importantes desfalques, graças a "tropa de assalto", que chamamos de PSDB, e do PIG (Partido da Imprensa Golpista), a voz do povo fora soberana. O ditador paulista, José Serra, sofreu o seu mais duro golpe, uma senhora aportada pelo maior partido de esquerda do Brasil, e pelo presidente mais popular da história, superam o monstro midiático, a ala conservadora da Igreja Católica e o pode econômico campanha de pessoas poderosas que trabalharam no subterrâneo. Viva a Democracia Popular!
Dilma Roussef, eleita presidente da República, com mais de 55 milhões de votos, consolidou um processo democrático marcado por um único projeto em disputa, e duas formas de governar: o projeto de petista com duas opções claras, reforçar e avançar com Dilma, ou rifá-lo e destruir as conquistas com Serra -, e o povo brasileiro assimilou esta disputa.
O PSDB, nestas eleições cumpriu seu papel de antro reacionário da direita golpista, calúnias e fraudes deram o tom do segundo turno, e mancharam o que poderia ser uma legítima disputa de projetos para o país.
José Serra, que outrora presidiu a UNE, e que fora inclusive fundador de um partido que teoricamente se identificava com a esquerda, o PSDB, que abarcara os princípios da socialdemocracia, agora protagonizou a liderança de uma oposição suja, e anti-ética, revelando o quanto compromissado estava com os ideais burgueses.
Dilma venceu não somente Serra e o PSDB, mas necessitou vencer toda uma rede midiática capitaneada pela Rede Globo, e seguida pelos seus satélites Veja, Band, Folha e Estadão. Manipular imagens, inventar factoides, e criar dossiês foram parte dos serviços prestados para alavancar Serra nas pesquisas e vitimizá-lo. Não bastasse isso, enfrentou setores reacionários da Igreja Católica e das Igrejas Evangélicas, que caluniaram sobre o ateísmo de Dilma, para torná-la virtualmente antipática ao público.
Foi de fato uma disputa dura, porém suja, pois ainda que Dilma Rousseff tenha levado adiante um plano coeso e importante para o país, faltou a mesma conduta de Serra e a ética para disputar um projeto de país.
Uma imprensa machista e elitista fracassou ao depositar suas fichas e sua voracidade para destruir a candidatura construída por Lula, pelo PT, e por toda a ala de esquerda.
Se antes reclamavam de um presidente operário e sem instrução superior, hoje reclamam de uma mulher sem experiência executiva. Obviamente a história se repete, e com os mesmos elementos discriminatórios.
O Brasil superou as ondas machistas, reacionárias, e teocráticas, e elegeu enfim uma mulher de fibra à presidência.
Boa sorte, Presidenta Dilma!
O PSDB, nestas eleições cumpriu seu papel de antro reacionário da direita golpista, calúnias e fraudes deram o tom do segundo turno, e mancharam o que poderia ser uma legítima disputa de projetos para o país.
José Serra, que outrora presidiu a UNE, e que fora inclusive fundador de um partido que teoricamente se identificava com a esquerda, o PSDB, que abarcara os princípios da socialdemocracia, agora protagonizou a liderança de uma oposição suja, e anti-ética, revelando o quanto compromissado estava com os ideais burgueses.
Dilma venceu não somente Serra e o PSDB, mas necessitou vencer toda uma rede midiática capitaneada pela Rede Globo, e seguida pelos seus satélites Veja, Band, Folha e Estadão. Manipular imagens, inventar factoides, e criar dossiês foram parte dos serviços prestados para alavancar Serra nas pesquisas e vitimizá-lo. Não bastasse isso, enfrentou setores reacionários da Igreja Católica e das Igrejas Evangélicas, que caluniaram sobre o ateísmo de Dilma, para torná-la virtualmente antipática ao público.
Foi de fato uma disputa dura, porém suja, pois ainda que Dilma Rousseff tenha levado adiante um plano coeso e importante para o país, faltou a mesma conduta de Serra e a ética para disputar um projeto de país.
Uma imprensa machista e elitista fracassou ao depositar suas fichas e sua voracidade para destruir a candidatura construída por Lula, pelo PT, e por toda a ala de esquerda.
Se antes reclamavam de um presidente operário e sem instrução superior, hoje reclamam de uma mulher sem experiência executiva. Obviamente a história se repete, e com os mesmos elementos discriminatórios.
O Brasil superou as ondas machistas, reacionárias, e teocráticas, e elegeu enfim uma mulher de fibra à presidência.
Boa sorte, Presidenta Dilma!
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Bruno
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sábado, 30 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
José Serra por José Serra
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Bruno
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Marcadores: Corrupção no PSDB, PSDB, Serra
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Nova Propaganda de José Serra
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Bruno
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